|Sessão Pipoca| Serendipity

Ho ho ho... Feliz natal!
Nem acredito que já é natal de novo, passou tão rápido... Já disse que adoro essa época do ano? Um milhão de vezes né? Ok.
Por isso vim aproveitar esse dia tão especial para indicar pra vocês um filme com o tema... Se você ainda não viu Escrito nas Estrelas, então aproveite esse finzinho de feriado para assistir. Não vai se arrepender.






 Em Serendipity (Escrito nas Estrelas), acompanhamos um típico dia corrido de compras natalinas em Nova York. Apesar de tanta correria e confusão, dois estranhos acabam tendo seus caminhos cruzados. Jonathan e Sara logo se sentem atraídos um pelo outro, mesmo que os dois estejam em outros relacionamentos. Assim eles passam a véspera de natal juntos passeando por Nova York e conhecendo um pouco mais sobre suas vidas.

 Quando a noite acaba, os dois precisam decidir se vale ou não a pena continuarem se vendo. Quando Jonathan sugere uma troca de telefones, Sara rejeita e propõe uma ideia que dará ao destino o controle de seu futuro. Ela então escreve seu nome e número de telefone em um livro e o leva para uma livraria de livros usados, ele faz o mesmo em uma nota de cinco dólares e a passa para frente. Se os dois reencontrarem esses objetos, será o sinal de que devem ficar juntos.
 Dez anos depois, Jonathan está de casamento marcado, Sara está noiva e morando na Inglaterra. Parece que o destino não queria que os dois ficassem juntos. Mas uma sequência de "coincidências" pode mudar tudo de uma hora para a outra.


 Gostei desse filme por que ele passa uma mensagem não só sobre a magia do natal, mas a magia do próprio destino. O próprio nome do filme me encantou, pra quem não sabe, Serendipity significa coisas boas que acontecem quando não estamos esperando, e achei isso muito legal, e claro, super tem a ver com o clima de natal e de ano novo, que é uma época de recomeços e coisas boas, que se tornam ainda melhores quando não estamos esperando por elas.
 Bom, esse foi o filme que escolhi para representar o natal e sua mensagem. Espero que tenham gostado.
 Um beijo e boas festas!

|Resenha| Anjos à Mesa

Título Original: Angels at The Table
Autora: Debbie Macomber
Editora: Novo Conceito
Nº de Páginas: 222
 Shirley, Goodness e Mercy sabem que o trabalho de um anjo é interminável — especialmente na véspera do Ano-novo. Ao lado de seu novo aprendiz, o anjo Will, elas se preparam para entrar em ação na festa de fim de ano da Times Square. Quando Will identifica dois solitários no meio da multidão, ele decide que a meia-noite será o momento perfeito para dar aquele empurrãozinho divino de que eles precisam para acabar com a solidão. Então, por “acidente”, Lucie Ferrara e Aren Fairchild esbarram-se no meio da alegria da festa, mas, assim como se aproximam, acabam se perdendo: um encontro marcado que não acontece os afasta pelo resto da vida. Ou será que não? 
Encontre o Livro: Skoob | Saraiva | Submarino

 Confesso que comecei Anjos à Mesa com o pé atrás, afinal ouvi várias resenhas negativas sobre a autora. Mas resolvi arriscar, afinal amo o clima de fim de ano, e é exatamente desse assunto que o livro trata.

 Na noite da virada, três anjos descem ao Times Square para ajudar Will (um aprendiz) a conhecer mais sobre seus protegidos, os humanos. Will não se conforma em ver dois solitários e resolve uni-los, o que até funciona na noite, mas várias reviravoltas fazem com que os dois se percam novamente.
 Um ano depois, Lucie é a chef de seu próprio e famoso restaurante, e Aren é o colunista de sucesso de um dos maiores jornais de Nova York. Apesar de suas vidas terem mudado muito, nenhum dos dois se esqueceu daquela noite.
 Percebendo o erro que cometeram, é hora de Shirley, Goodness, Mercy e Will tentarem consertar as coisas com mais truques do acaso e uma boa dose de confusão.

 A história é narrada em terceira pessoa e pode ser divida em duas partes: A parte romântica, que conta a história do casal principal, Lucie e Aren; e a parte cômica, que relata as trapalhadas dos quatro anjos responsáveis por unir os dois.
 De um modo geral, eu gostei da história, mas tive que tirar duas estrelinhas por dois motivos: O primeiro foi a escrita da autora, achei muito básica, muito supérflua e às vezes até muito corrida. O final foi tão corrido que mal dá pra saber o que acontece com o casal, e isso me incomodou.
 O segundo motivo foi o humor que a autora tentou usar no livro, através dos anjos atrapalhados. Não, esse humor não funcionou nem um pouco comigo, achei até meio forçado.

 A diagramação feita pelo Novo Conceito ficou incrível, com páginas enfeitadas em clima natalino e letra grande deixaram a leitura muito mais prazerosa.
- Mas primeiro, e isto é o mais importante - Godness enfatizou -, devemos ensinar a esses humanos uma lição. Então, e somente então, seremos capazes de ajudá-los com seus problemas. A dificuldade verdadeira surge quando eles não querem aprender. - Godness balançou a cabeça porque o trabalho tinha um aspecto, em geral, desafiador. - Algumas pessoas parecem querer que Deus intervenha e atenda a seus pedidos sem que contribuam para isso.
Pág. 13
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|Quinta em Outra Língua| The Carrie Diaries



 O "Quinta em Outra Língua" é um meme criado pelo blog Amount of Words, para fazer resenhas ou comentar sobre lançamentos de livros estrangeiros.

Autora: Candace Bushnell
Editora: Balzer + Bray
Nº de Páginas: 453 (versão pocket)
Nível de inglês: Fácil
 Before Sex and the City, Carrie Bradshaw was a small-town girl who knew she wanted more. She's ready for real life to start, but first she must navigate her senior year of high school. Up until now, Carrie and her friends have been inseparable. Then Sebastian Kydd comes into the picture, and a friend's betrayal makes her question everything.





Encontre o Livro: Skoob | Saraiva | Submarino

 Quem me conhece há algum tempo sabe que sou completamente viciada em séries de TV, e The Carrie Diaries é uma das minhas favoritas, então assim que tive a oportunidade de ler o livro, resolvi aproveitar.

  O livro narra a vida de Carrie Bradshaw, famosa em Sex and The City, quando sua vida ainda não era nada gramurosa. Carrie ainda era uma garota de cidade pequena, sofrendo todos os dramas da adolescência. Tudo que ela tem para se apoiar são sua família e seus amigos problemáticos, mas assim que Sebastian Kydd aparece, tudo fica de pernas pro ar. E além de enfrentar todos esses problemas, ela ainda precisa vencer o dilema sobre seguir seus sonhos e correr atrás da carreira de escritora.

 Em relação aos personagens, a série e o livro são completamente opostos. Na adaptação, Carrie só tem uma irmã mais nova, Dorrit, totalmente problemática enquanto no livro ela tem duas irmãs que mal aparecem.
 Sebastian Kydd, ao contrário da adaptação é insuportável, egocêntrico e não parece se importar nenhum pouco com Carrie. A própria Carrie me decepcionou, ela não é forte e decidida como na série, é uma adolescente tímida e insegura que fica metade do livro se lamentando porque o namorado não lhe dá atenção.

 Senti falta de todo o glamour que é o ponto alto da série, o livro relata a vida de Carrie antes de Nova York, ou seja, ela ainda é uma garota normal, com uma vida sem graça, e isso me desanimou muito. Acho que a história teria funcionado melhor pra mim se eu ainda estivesse no ensino fundamental, passando por esses dramas da escola. Descobri que toda essa agitação só aparece em Summer and The City, segundo livro, quando Carrie finalmente chega em Nova York. Fico feliz que os produtores tenham adiantado isso, porque senão a série não teria a mínima graça.
 Apesar de tudo, gostei da escrita da autora, é bem juvenil e fluida, repleta de reflexões adolescentes e frases de efeito.
 É perfeito para quem quer treinar o inglês, tem uma linguagem bem simples, procurei palavras no dicionário pouquíssimas vezes.
Whoever we are here, we might be princesses somewhere else. Or writers. Or scientists. Or presidents. Or whatever the hell we want to be that everyone else says we can't.
Pág. 10
 Se você não quiser ler a série em inglês, ela já foi publicada no Brasil pela Galera Record, com os títulos traduzidos para Os Diários de Carrie e O Verão e a Cidade.

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Entre Fotos e Livros

Oi galera! Pro post de hoje eu resolvi juntar duas das minha maiores paixões: livros e fotografia! Acabei de perceber que nunca falei sobre esse assunto aqui, então já passou da hora. Para me ajudar nessa tarefa, contei com a ajuda do aplicativo We Heart It, que tem fotos incríveis sobre todos os temas possíveis. Toda vez que entro lá salvo umas vinte fotos.
 Enfim, fiz uma seleção das minhas quinze fotos favoritas com a tag: Books. Espero que gostem das minhas escolhas. Vamos lá?











 Então, qual a sua favorita? É de inspirar qualquer um, certo? Dá vontade de pegar a câmera e sair fotografando tudo o que puder.
 Espero que tenham gostado e até a próxima.

Goodbye, School!




 Essa semana meu dia tão esperado por anos finalmente chegou, a tão sonhada formatura, depois de onze anos de sofrimento, de pesquisas e pesquisas, trabalhos, lições de casa sem sentido... Mas junto com a felicidade de ter acabado, vem uma sensação estranha e inesperada de vazio.
 Você pode reclamar, mas acredite: você vai sentir saudades do colégio. Saudades de ter uma rotina leve, de xingar os professores quando eles te dão bronca por "nada". Você vai sentir falta até mesmo daquela garota metida e mimada que senta na sua frente e só sabe falar de sapatos.
 E o pior: você vai sentir saudade dos seus professores te guiando, da segurança que a escola te traz.

 Você sempre se lembrará da escola, porque foi uma das etapas mais importantes da sua vida. O frio na barriga antes daquela prova de matemática, aquele mico que pagou na frente da sala toda, aquele garoto mais velho que você achava bonitinho, mas nem te dava bola... As brigas e risadas com seus amigos. Aquele professor que te dava broncas, mas que no fundo você gostava.
 Lá você teve os melhores e piores momentos da sua vida. Se orgulhará e se arrependerá de muitas coisas. Vai querer que alguns dias se repitam, e que outros nunca tivessem acontecido.
 Mas apesar de tudo isso, eu gostaria que tudo não tivesse passado tão rápido. Você pisca o olho e já passou o fundamental, você pisca de novo, e já está no terceiro ano no ensino médio. Pisca novamente e já está se despedindo dos amigos que te acompanharam por longos 11 anos da sua vida. Passa rápido! Acho que deveria ter aproveitado o conselho dos mais velhos e ter aproveitado mais cada momento, não ter dado importância para coisas tão pequenas.

 Agora é cada um por si. Você verá seus amigos uma vez por semana (se tiver sorte) e estará tão atolado com trabalho, faculdade ou cursinho, que só vai querer descansar no tempo livre.

 Agora vem aquela insegurança de ser jogado em um mundo completamente desconhecido, com responsabilidades, com a pressão de se decidir o que se quer ser para o resto da vida. Agora podemos tudo, podemos finalmente realizar nossos sonhos e sermos quem queríamos desde que éramos pequenos ou então finalmente descobrir quem queremos ser. É tempo de se arriscar, de aproveitar esse mundo de inúmeras possibilidades, ir na tentativa e erro até descobrir, sem pressa, afinal somos tão jovens...

 Eles dizem que a escola é a melhor época das nossas vidas. Eu não concordo, acho que o tempo que passamos na escola é na verdade do que uma preparação pro mundo lá fora. A vida começa agora.
 A escola é a escola, ela quer que acabe logo, mas tem medo de que acabe, porque aí vai ter que pensar no que vem pela frente.
 Todo Dia - David Levithan
Quando tínhamos cinco anos, perguntavam o que queríamos ser ao crescermos. Respondíamos coisas do tipo astronauta, presidente. Ou no meu caso, princesa. Quando tínhamos dez anos, perguntavam de novo. Respondíamos astro do rock, caubói. Ou no meu caso, medalhista de ouro. Mas agora que crescemos, querem uma resposta séria. Bem, que tal está? “Sei lá!”. Não é hora de tomar decisões difíceis e rápidas. É hora de cometer erros. Pegar o trem errado e ficar preso em algum lugar. Apaixonar-se. Muitas vezes. Especializar-se em Filosofia, pois não dá para ganhar a vida com isso. Mudar de idéia e mudar de novo, porque nada é permanente. Cometam todos os erros que puderem. Assim, um dia, quando perguntarem o que queremos ser, não precisaremos adivinhar. Saberemos.
 Eclipse - Stephenie Meyer

|Resenha| Esconda-se

Título Original: Hide
Autora: Lisa Gardner
Nº de Páginas: 400
Editora: Novo Conceito
Uma mulher que foi obrigada a fugir — desde criança— de uma possível ameaça. Uma ameaça que seu pai via em todo lugar, mas que a polícia nunca considerou. Um antigo e desativado sanatório para doentes mentais que pode ter muito mais a esconder entre suas paredes do que homens e mulheres entorpecidos por remédios. Uma história de rancor entre membros de uma mesma família que nunca conseguiram superar os episódios de violência doméstica que presenciaram.  Um pingente que foi parar em mãos erradas — e a cena de um crime brutal: seis meninas mortas e mumificadas há mais de trinta anos. Agora, cabe à famosa detetive D.D. Warren descobrir quem foi o serial killer que cometeu esta atrocidade e que motivação infame deformou sua mente.
Encontre o Livro: Skoob | Saraiva 

Quando descobri que a Novo Conceito ia publicar mais um livro dessa série, só me faltou sair pulando de alegria. Li Sangue na Neve meses atrás e me apaixonei pela escrita da autora e pelo gênero policial. 
 Em Esconda-se, reencontramos D.D. Warren, agora resolvendo um novo caso. Uma câmara subterrânea foi encontrada no terreno de um antigo hospital psiquiátrico, e nela haviam seis corpos mumificados de crianças. Qual a ligação entre elas? Quem fez isso e qual foi sua motivação? Não será nada fácil resolver um crime cometido há tantos anos.
 Em paralelo, acompanhamos a história de Annabelle Granger, que desde pequena passa a vida fugindo de uma ameaça que até hoje não sabe o que é. Ela pode até ter conseguido se livrar do perigo até hoje, mas a descoberta da câmara pode mudar tudo e colocá-la em risco novamente. Mas afinal, qual a ligação de Annabelle com as garotas encontradas mortas?

 Realmente eu esperava muito desse livro, e não me senti decepcionada. Foi mais uma leitura de tirar o fôlego. Lisa Gardner continua com a narrativa tão viciante que nos faz devorar seus livros sem nem perceber. Ela sempre nos leva a um caminho, nos fazendo imaginar um suspeito, pra mudar tudo de última hora e nos deixar de queixo caído quando o mistério é finalmente revelado.
 A questão psicológica também é um dos seus pontos fortes, a autora consegue descrever perfeitamente os sentimentos dos personagens e mostrar o que se passa em suas cabeças e o que os leva a tomar tal atitude.
 Devorei as últimas cem páginas, são as mais agitadas e decisivas, que me fizeram não querer largar o livro enquanto não descobrisse a verdade.

 Os capítulos são alternados entre os pontos de vista do detetive Bobby Dodge (terceira pessoa) e de Anabelle Grange (primeira pessoa), mas ao contrário de Sangue na Neve, dessa vez não temos a narrativa de D.D., o que achei estranho (afinal ela é a protagonista da série) até entender o porque no final.

 A editora Novo Conceito não está publicando os livros da série na ordem, o que não seria um problema, considerando que cada um aborda um caso diferente com começo meio e fim (o que me lembra muito CSI ♥), mas ao mesmo tempo, deixa umas pontas soltas na vida dos detetives, que são personagens principais da série. Em um livro um detetive está casado e com filhos, e no outro ele acabou de conhecer a namorada. Claro que não é AQUELE spoiler que te faz desistir de tudo, mas mesmo assim me incomodou.

 Por esse ser o segundo da série, a autora ainda era mais novata, digamos assim, e em Sangue na Neve (quinto livro) ela está bem mais madura como escritora, o que me fez gostar mais dele do que Esconda-se, mas claro que os dois são incríveis. Mais uma vez, recomendo a autora para quem quer começar a ler thrillers policiais.
O problema é que não há trilha sonora para a vida real. Nos filmes, sabemos quando alguma coisa ruim vai acontecer porque é o que nos diz o próprio som. Não há uma pessoa cujo coração não dispare ao ouvir a música-tema de Tubarão e, francamente, isso é algo reconfortante. (...) A vida muda em um instante, sem trilha sonora para nos guiar.
O que deixa alguém, como eu, dando saltos a cada barulho que ouço, porque não consigo saber a diferença.
 Pág. 303
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|Sessão Pipoca| We're The Millers



 Junte uma stripper, um virgem anti-social, um traficante e uma fugitiva delinquente. Nunca que essa família poderia prestar, certo? E é isso o que acontece em We're The Millers (que foi traduzido para o português como Família do Bagulho, que eu me recuso a usar porque gente, que tradução ridícula).
 David Clark, um atrapalhado traficante, tem suas drogas roubadas no meio de uma confusão, e para pagar a dívida com seu chefe, precisa ir até o México buscar um grande carregamento de maconha. O problema é que a fronteira entre Estados Unidos e México é muito rigorosa, e então David tem a brilhante ideia de juntar alguns conhecidos e formar uma família de disfarce. Entretanto, essa pacata viagem não será tão pacata assim, considerando a personalidade da cada um e as confusões que fazem com que nada saia como planejado.
 Duas coisas me fizeram querer ver esse filme: Jennifer Aniston e Emma Roberts, que são duas atrizes que eu adoro. Outra coisa que me chamou atenção foi a questão da viagem. AMO histórias de road trip, como vocês devem saber, e essa se trata exatamente disso, de uma forma diferente.
 Se olharmos por cima, a história nada mais é do que mais uma comédia politicamente incorreta, com muitos palavrões e temas adultos, mas na verdade também passa uma mensagem sobre a importância da família e da amizade, que começou por acaso. Pra mim, esse foi o ponto forte do filme. Claro que não devemos esperar algo muito profundo, porque continua sendo um besteirol americano.

 Resumindo, o filme não é AQUELA COISA, mas acho que nas férias o propósito é se divertir com algo bem leve que te faça rir e não pensar em grandes mensagens e lições de vida. E claro, só por ter Jennifer e Emma dando um show de interpretação, já faz tudo valer a pena...